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Tecnologia continuará a ser vital para negócios, segundo CEO da Citadel

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Para Ken Griffin, fundador e CEO da Citadel, a tecnologia continuará a moldar o futuro das finanças, incluindo as tendências emergentes de computação quântica e IA



Por Redação em 29/05/2023

Ken Griffin, fundador e CEO da Citadel, avalia que o futuro dos mercados será pautado pela aplicação de engenharia, software e matemática. Falando em um encontro do reputado MIT, dos Estados Unidos, ele destacou que os empreendedores de sucesso são aqueles que “possuem as ferramentas para resolver os problemas não resolvidos daquele momento”. No caso específico de Griffin, a área de finanças é o destaque.

O executivo aplica seu discurso na prática, ao empregar várias centenas de engenheiros de software em sua corporação. Um exemplo disso é a contratação de uma equipe meteorológica para expandir a experiência da Citadel em análise do clima em seu negócio de commodities. A equipe fornece, para seus operadores, dados de previsão obtidos a partir de supercomputadores.

Esse conhecimento internalizado é usado para as oportunidades de investimento em energias renováveis, como eólica e solar, apontadas como grandes commodities por Griffin. Na prática, informações que indicam que a maior demanda no mercado de energia são dias nublados e frios sem vento, por exemplo, podem fazer a diferença na hora de decidir por investimentos em mercados de energia.

Aprendizado de máquina e inteligência artificial podem influenciar negócios, diz executivo

Outro recurso utilizado é o aprendizado de máquina. No mercado de commodities, a tecnologia pode ser aplicada para parametrizar modelos, uma vez que tem a capacidade de processar vários dados. O executivo destaca, no entanto, que os dados obtidos por meio do aprendizado de máquina são mais úteis para investimentos com horizontes de tempo curtos, como os negócios de estratégias quantitativas.

Já o ChatGPT deverá provocar uma mudança sísmica e vai transformar um número substancial de empregos de colarinho branco. “Com IA aberta para a maioria dos documentos jurídicos comerciais de rotina, o ChatGPT fará um trabalho melhor ao redigir um contrato de arrendamento do que um jovem advogado”, exemplifica Griffin.



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