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Nuvem híbrida: consumo de energia entra mais forte no radar 

2 minutos de leitura

Pesquisa do Gartner mostra que 50% das empresas vão monitorar esse aspecto até 2026



Por Redação em 17/07/2024

Os próximos dois anos serão cruciais para a sustentabilidade das nuvens híbridas nas corporações. Segundo a consultoria Gartner, uma em cada duas empresas fará uma gestão mais precisa do consumo de energia nesse tipo de configuração, que combina o uso de nuvens privadas e públicas. A meta inclui, ainda, a avaliação da pegada de carbono. 

De acordo com o estudo, existem vários desafios para isso. Empresas que atualmente gerenciam métricas de sustentabilidade usam dados históricos e pouca ou nenhuma informação em tempo real, o que pode impactar algumas decisões imediatas de negócios.

Um dos problemas nesse tipo de aferição é que as ferramentas de monitoramento atuais, que avaliam algumas das métricas de sustentabilidade, estão principalmente focadas em ambientes on-premises, ou seja, instalações físicas locais nas empresas. A informação é do site Data Center Dynamics

Hoje, na avaliação da consultoria, a qualidade e granularidade das informações em termos de data centers e de nuvem não são precisas o suficiente para serem confiáveis para boas decisões de gestão.

Além da limitação acima, há poucas ferramentas especializadas para rastrear os níveis de CO2 equivalente e energia em diferentes aspectos da área de TI, incluindo – de forma integralizada – os data centers tradicionais e as operações na nuvem, entre outros. 

IA poderá ser ferramenta de monitoramento

O monitoramento e as análises de sustentabilidade do consumo de energia e da pegada de carbono deverão considerar outros modelos, inclusive com uso de Inteligência Artificial Generativa (Gen IA), de acordo com o Gartner. 

E mais: os relatórios de atividades, uso de energia, eficiência hídrica e emissões de gases de efeito estufa (GHG) em ambientes Cloud e em data centers físicos vão tornar-se um novo campo na gestão de TI. E aqui entra outra consequência da mudança: a criação de modelos operacionais mais modernos de TI, chamados de GreenOps. E esses novos formatos vão exigir ferramentas, capacidades e processos atualizados.

O processo também abre oportunidades para fornecedores de sistemas de monitoramento com habilidade para rastrear CO2eq e consumo de energia em diferentes camadas de TI.



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