crime cibernetico

Novas ameaças cibernéticas estão no radar de 2024

2 minutos de leitura

Lista da Fortinet aponta crescimento do crime cibernético como serviço



Por Redação em 08/12/2023

A era de crescimento de serviços também engloba o crime cibernético, segundo avalição da Fortinet, empresa especializada em segurança. Na lista de ameaças para 2024, os especialistas da companhia apontam uma sigla que não deve sair do radar, a CaaS, definição de crime cibernético como serviço. Combinado com a inteligência artificial generativa, o CaaS amplifica o poder destrutivo dos criminosos.

Entre as tendências apontadas pela empresa para ano que vem está a busca de alvos maiores para os ataques de ramsonware. Isso significa o foco em setores críticos, incluindo saúde, finanças, transporte e serviços públicos. Trata-se de segmentos que, uma vez atacados, podem paralisar operações essenciais, o que compensaria o crime em função do resgate. Além de focar nesses setores, pode haver uma tendência de ataques mais agressivos.

Outra vulnerabilidade é a expansão de plataformas e aplicações nas empresas, ou seja, todo dia há algum tipo de novidade nas redes corporativas e isso pode gerar diversas oportunidades para os cibercriminosos. Uma terceira tendência foca em entender as estratégias internas das corporações contra o cibercrime. Para atingir a meta, os cibercriminosos devem rever suas táticas de infiltração.

O cenário geopolítico mundial também está no alvo dos ataques. A frente envolve oportunidades como eventos, eleições e competições mundiais, o que inclui desde as eleições presidenciais dos Estados Unidos aos Jogos Olímpicos de Paris, ambos previstos para 2024. E eles devem usar a IA generativa para isso.

A quinta e última tendência listada pela Fortinet envolve o 5G, uma vez que essa tecnologia amplia cada vez mais a conectividade e novos recursos. Para isso, mais e mais dispositivos estarão online todos os dias, o que é uma porta de entrada para os cibercriminosos. E mais: um ataque bem-sucedido a redes 5G pode desestabilizar operações críticas como energia, transportes, óleo e gás e finanças, entre outros.



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