Institutos de ciência e tecnologia

Institutos de ciência e tecnologia alavancam a inovação no país, mostra estudo

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Levantamento da Deloitte mapeia que os institutos privados de Ciência e Tecnologia (ICTs) geraram mais de R$ 24,7 bilhões em receitas em 2020.



Por Redação em 11/11/2021

Dezessete institutos privados de ciência e tecnologia (ICTs) geraram mais de R$ 24,7 bilhões em receitas em 2020. As atividades também geraram 156 mil vagas de emprego e foram relacionadas a tecnologia da informação e comunicações (TIC) e energia. Os dados fazem parte de um estudo inédito realizado pela Deloitte e encomendado pela Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti) e revelam os efeitos socioeconômicos provenientes da geração de tecnologia por entidades de pesquisa.

O levantamento mostra papel relevante dos ICTs para o desenvolvimento acadêmico e também para o mercado corporativo. Isto porque mapeou a produção e centenas de artigos técnico-científicos e dissertações de mestrado, além de embasar o desenvolvimento e registro de novas patentes e a ajudar na estruturação de mais de 550 startups, de diferentes segmentos.

Entre 2018 e 2020, as dez áreas de conhecimento mais recorrentes entre os projetos de PD&I realizados pelos ICTs foram as de Processamento em linguagem natural (NLP), Analytics e Business Intelligence, Rede de dados, Comunicação móvel, Redes de Comunicação e 5G, Cloud Computing, Inteligência Artificial e Machine Learning, Internet das Coisas, Eletrônica embarcada em Consumer Electronics, Circuitos integrados e Sistemas Eletrônicos, e Controle, Automação e Robótica.

Institutos de Ciência e Tecnologia atendem vários segmentos

As ICTs participantes do estudo foram: Atlântico, BRISA, Fundação CERTI,  CESAR, CPQD,  Instituto Eldorado, Instituto de Tecnologia, FITec, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), INDT,  Instituto de Pesquisa do Centro Universitário Facens,  Instituto Recôncavo de Tecnologia (IRT), Lactec, Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC), Nepen, SiDi e Venturus Centro de Inovação Tecnológica.

Essas ICTs atendem clientes de mais de 30 setores, sendo que 47% dos volumes de contratos estão em negócios de Tecnologia da Informação, Produtos Eletrônicos e Ópticos. “O estudo confirma o importante papel que os Institutos de Ciência e Tecnologia Privados desempenham no Brasil, tanto no aspecto de pesquisa, desenvolvimento e inovação, quanto econômico. As conclusões revelam não só as capacidades e potencialidades que o setor tem para contribuir com as empresas, mas também as oportunidades que o país possui para alavancar o ecossistema de inovação nacional como um todo”, disse Paulo Rogério Foina, presidente da Abipti..



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