smart cities 2024

Smart cities podem movimentar US$ 2,1 trilhões até 2024

2 minutos de leitura

Empresa de consultoria prevê aumento de investimentos em cidades inteligentes em todo o mundo



Por Redação em 28/11/2022

A adoção de indicadores que fazem parte do conceito de cidades inteligentes vivencia um grande aquecimento, atraindo cada vez mais novos investimentos para o setor. De acordo com uma pesquisa da Technavio, o mercado de smart cities pode movimentar US$ 2,1 trilhões até 2024.

A empresa, focada em consultoria de pesquisa na área de tecnologia, estima que, somente no segmento de infraestrutura, o setor pode receber quase US$ 56 bilhões em investimentos nos próximos quatro anos.

Investimentos em smart cities

O conceito de smart cities representa o futuro da organização de cidades que utilizam ferramentas digitais para criar uma sociedade mais sustentável e inteligente, e engloba desde as soluções de transportes até o tipo de energia utilizada em residências, aliando conexão, eficiência e sustentabilidade.

Além de representar inovação tecnológica para a sociedade, cidades inteligentes focam na promoção da qualidade de vida, por meio do uso de tecnologias capazes de combater problemas ambientais, econômicos e sociais.

As cidades inteligentes também servirão para enfrentar o desafio do aumento populacional em áreas urbanas. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), 55% das pessoas vivem em áreas urbanas, atualmente. Mas, esse número deve subir para 70% até 2050 em todo o mundo, nas previsões da organização. 

Na América Latina, a concentração do número de pessoas que vivem em áreas urbanas é ainda maior. Em países como o Brasil e México, por exemplo, o índice já atinge 81% da população total.

Segundo Alberto Boaventura, gerente-sênior para estratégia, analytics e M&A na Deloitte Touche Tohmatsu, o mercado de cidades inteligentes está crescendo 21,45% anualmente desde 2019, e deve manter esse ritmo até 2025.

Boaventura afirma que o valor do mercado de soluções para smart cities representa em todo o mundo cerca de US$ 250 bilhões, sendo que somente na América Latina o setor já vale US$ 100 bilhões.

No Brasil, a Connected Smart Cities criou um selo de autenticidade para identificar iniciativas voltadas para cidades inteligentes, em parceria com a Spin e a Urban Systems. Além do selo, a plataforma lança anualmente um ranking que mostra as cidades mais inteligentes do país.



Matérias relacionadas

Fabio Alencar, Renato Sviresky, Guilherme Saraiva e Deepak Mathur durante uma apresentação em um evento, em um palco com telões e painéis de conferência. Inovação

TV via satélite combina inovação e inclusão para sustentar crescimento da TV aberta

Painel na SET Expo 2026 mostrou como, mesmo com o avanço do streaming, a TV via satélite incorpora recursos digitais e novos modelos de negócio sem abrir mão do alcance e da acessibilidade

Foto de painel em evento no palco com Guilherme Saraiva, Tiago Nunes Tolentino, Alexandre Vila e Carlos Ottoboni sentados em cadeiras, diante de telão com apresentação e público ao redor. Inovação

Da cobertura à inteligência: TVRO 2.5 prepara a próxima fase da parabólica digital

Proposta discutida na SET Expo 2026 prevê receptores conectados para ampliar interatividade, mensuração de audiência e publicidade segmentada, preservando o baixo custo que impulsionou a adoção da TV aberta via satélite

Reunião de líderes de grandes bancos em uma sala de reuniões com janelas amplas e equipe discutindo gráficos e relatórios sobre mesas e post-its em um painel. Inovação

Líderes dos maiores bancos discutem futuro da IA no Febraban Tech 2026

Presidentes e CEOs de sete grandes bancos vão debater como a inteligência artificial e os agentes autônomos podem transformar o sistema financeiro

Marcelo Souza, Arash Pendari, Antoine Morel e Rodolfo Bastos participam de uma palestra em palco durante evento, com apresentações visuais em telão e plateia ao fundo. Inovação

Produção de vídeos verticais ganha velocidade com IA e automação

Painel na SET Expo 2026 mostrou como inteligência artificial e automação ajudam veículos a adaptar a produção à linguagem vertical, ganhar escala e buscar novas formas de monetização