IA amplia a importância de segurança, redes e governança nas empresas 

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Nova temporada da websérie “Vamos habilitar o próximo novo?” mostra como empresas podem aumentar eficiência e segurança na era da inteligência artificial



Por Redação em 04/08/2026

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Veja todos os episódios da nova temporada de “Vamos habilitar o próximo novo?”

A aceleração da inteligência artificial traz um desafio proporcional às empresas: quanto maior a eficiência e a inovação, maior a complexidade na gestão e segurança das operações digitais. Em um ambiente onde os dados trafegam constantemente entre nuvem, edge computing e aplicações inteligentes, as empresas precisam estar capacitadas para proteger informações, garantir conectividade de alto desempenho e estabelecer modelos sólidos de governança. Mais do que tecnologias isoladas, esses elementos passaram a formar a base sobre a qual as organizações aceleram a transformação digital com segurança e eficiência. É nesse cenário que se insere a nova temporada da websérie “Vamos habilitar o próximo novo?”, realizada pela Claro empresas em parceria com a Editora Globo e veiculada pelo Valor Econômico.

Conduzida pelo advogado, professor e diretor científico do ITS Rio, Ronaldo Lemos, e pelo cientista-chefe da TDS Company, Silvio Meira, a produção reúne lideranças corporativas para discutir como transformar tecnologia em valor de negócio. Ao longo de três episódios, o projeto aprofunda os pilares dessa jornada: segurança, redes inteligentes e governança. 

Segurança para uma nova realidade digital 

A expansão da IA amplia a capacidade de automatizar processos, processar grandes volumes de dados para embasar decisões e aumentar a produtividade de negócios. Ao mesmo tempo, cria novas superfícies de ataque e exige estratégias mais robustas de proteção. Com cibercriminosos utilizando inteligência artificial para sofisticar ataques, a segurança da informação deixou os bastidores da TI para assumir o centro das decisões estratégicas. 

O primeiro episódio da temporada discute esse novo paradigma, no qual a adoção de arquiteturas Zero Trust (confiança zero), o fortalecimento da cultura de cibersegurança e a necessidade de equilibrar velocidade de inovação com proteção de dados e conformidade regulatória se fortalecem na estratégia empresarial. 

Participam do debate Tomaz de Oliveira, diretor executivo de Vendas e Alianças da Claro empresas, e Leonardo Teixeira, coordenador de Infraestrutura da CSN, que avalia que “contar com uma empresa especialista em segurança da informação é essencial”.

Redes inteligentes habilitam um ecossistema completo

Tão importante quanto a segurança dos ativos digitais é a garantia da conectividade, visto que é ela que habilita a transformação da tecnologia em eficiência operacional. Com a evolução de redes corporativas para plataformas inteligentes, a diretora executiva para governo da Claro empresas, Maria Tereza Lima, descreve o ecossistema completo que se instaura em organizações conectadas.

“Essa é a nova economia: juntar SD-WAN com potencial de cloud, uma arquitetura edge e IA rodando sobre toda essa infraestrutura”, afirmou.

No segundo episódio, especialistas mostram como as redes inteligentes preparam as empresas em conectividade, disponibilidade e desempenho diante do avanço da inteligência artificial nas operações. Além de Maria Tereza Lima, a conversa contou com a participação da vice-presidente de Negócios Digitais e Tecnologia do Banco do Brasil, Marisa Reghini, que apresentou a experiência da instituição na utilização de redes autogerenciáveis para sustentar bilhões de transações diárias com maior estabilidade e eficiência.

Governança como guia da estratégia

Em uma medida transversal a aplicações de cibersegurança e redes inteligentes, a governança assume o papel de organizar dados e definir responsabilidades e melhores práticas para assegurar que inovação, ética e conformidade avancem de forma integrada com as estratégias de negócio estabelecidas.

O terceiro episódio da websérie destaca como uma estrutura robusta de governança permite escalar projetos de inteligência artificial sem comprometer a segurança ou a qualidade das informações. Participam da conversa o diretor executivo da Claro empresas, Adriano Rosa, e o CTO e CIO da EMS, Diego Neufert, que apresenta a experiência da farmacêutica na centralização de dados em um data lake único para acelerar processos de pesquisa e desenvolvimento.

A íntegra da nova temporada de “Vamos habilitar o próximo novo?” está disponível e reúne especialistas e executivos que mostram como segurança, redes inteligentes e governança vêm sustentando a transformação digital das empresas.



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