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Veículos autônomos, Big Data e IA estão no cerne da logística 4.0, segundo DHL

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DHL Trend Radar 2022 identifica tendências tecnológicas para o setor de logística, inclusive Big Data e IA



Por Redação em 22/12/2022

Apontada como uma das grandes empresas de logística do mundo, a DHL tem destacado as tecnologias que devem ser acompanhadas com atenção pelo setor. A mais recente edição do seu Trend Radar, de 2022 indica que temas como automação e Internet das Coisas (IoT) continuam em voga, mas há outros pontos que ganham relevância, entre eles os carros autônomos, o Big Data e a Inteligência Artificial (AI).

A DHL divulga seu relatório de tendências a cada dois anos e o mais recente aponta ainda que a descarbonização, a circularidade (reciclagem e reutilização de materiais) e as soluções de energia alternativa estão no topo da lista, à medida que as empresas continuam a reorientar-se para emissões líquidas zero. O relatório observa que dos US$ 755 bilhões investidos na transição energética em 2021, 36% foram investidos em transporte elétrico.

Enquanto isso, os desenvolvimentos em automação se concentraram principalmente em robôs internos, móveis e estacionários, ajudando a melhorar a eficiência do processamento em armazéns e hubs. Mas a atenção aos veículos autônomos externos também está crescendo.

Big data e IA na logística 4.0

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As empresas de logística também têm recorrido ao Big Data e à IA para ganharem agilidade e se tornarem mais responsivas para o preenchimento de lacunas na cadeia de suprimentos, continuando a tendência anterior de maior transparência e interconectividade, por meio do IoT.

Os marketplaces digitais e a logística omnichannel (integração de compras físicas e online) continuam sendo tendências de “alto impacto”, assim como blockchains e edge computing, o que implica processar dados mais próximos de sua origem no mundo real (“descentralizando-os”) para reduzir o esforço de transferir grandes quantidades de dados na rede global.

“Os eventos dos últimos dois anos nos mostraram a importância de ter cadeias de suprimentos e logística robustas. Portanto, estamos vendo as empresas transformarem a logística de uma operação silenciosa e de back-end em um ativo estratégico e gerador de valor”, diz Katja Busch, diretora comercial da DHL e chefe de soluções e inovação para clientes da DHL.



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