mercado de inteligencia artificial

Inteligência artificial pode formar mercado trilionário, segundo a Bloomberg

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Estudo estima crescimento anual de 42% nos negócios envolvendo GenAI até 2032, com destaque para infraestrutura de tecnologia e hardwares no geral



Por Redação em 15/06/2023

A área de Inteligência Artificial Generativa (GenAI) atingirá a marca de US$ 1,3 trilhão até 2032, segundo a  Bloomberg Intelligence (BI). Ferramentas como ChatGPT, da OpenAI, e Bard, do Google, são tendências no momento e aproximam o público da inteligência artificial. Há, no entanto, uma gama de caminhos para explorar e um potencial significativo de crescimento.

Estima-se que o setor, que gerou um lucro de aproximadamente US$ 40 bilhões em 2022, cresça a uma taxa anual de 42% nos próximos nove anos. Grande parte do desenvolvimento deve se dar em hardware, com um total esperado de US$ 641 bilhões. Deste valor, US$ 473 bilhões devem ir para infraestrutura, US$ 168 bilhões para dispositivos diversos e U$ 108 bilhões a servidores e armazenamentos.

Mão de obra no mercado de inteligência artificial

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À medida que a IA Generativa se desenvolve, o receio de que ela substitua a mão de obra, também aumenta. Isso porque a tecnologia tem a capacidade de aprender a partir de uma base de dados e combina agilidade, qualidade e eficiência nas respostas de maneira original para cada interação. Todavia, especialistas apostam que o uso da GenAI auxilia na automação de processos, como, por exemplo, no contato com o cliente final ou na codificação de softwares. Com isso, os profissionais podem destinar mais tempo para atividades criativas. Em outras palavras, a inteligência artificial passa a operar de maneira conjunta ao ser humano, para atingir um resultado mais eficiente.

Palestrante no Painel “Generative AI: Where to go after the hype” do Web Summit Rio e Diretor de Tecnologia do Grupo Boticário, Daniel Knopfholz, acredita que o emprego inevitável das novas tecnologias deve ocorrer de maneira responsável e não enxerga as mudanças como uma substituição do trabalho humano. “Não é uma substituição, mas, sim, uma forma de reorganizar um processo mais rico, que é o contato humano”, explica Daniel. 

Diante de tal configuração, a adaptação às novas tecnologias demanda educação por parte da sociedade e a qualificação de profissionais que estarão diretamente envolvidos com a inteligência artificial, principalmente, aqueles que atuam em regiões de alta tecnologia.



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