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Pesquisa mostra que 55% das empresas apostam em conselho de IA

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A informação é de pesquisa do Gartner feita com 1,8 mil líderes



Por Redação em 15/08/2024

A presença de um conselho de Inteligência Artificial (IA) nas empresas começa a se tornar realidade, segundo o Gartner. A conclusão foi feita a partir de uma pesquisa com 1,8 mil líderes no mundo todo. De acordo com a consultoria, 55% das corporações entrevistadas já possuem um conselho de IA. 

Os dados mostram ainda que, dentre as corporações que já estruturam um conselho desse tipo, 26% dizem que o foco é manter a governança nos projetos, enquanto 21% indicaram que a estratégia é o ponto principal.

Conselho de IA pode ajudar em desafios multidisciplinares

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O Gartner defende que as empresas precisam ter um conselho de IA para superar os desafios multidisciplinares, impulsionar valor e reduzir os riscos. No entanto, a duração, escopo e recursos são específicos do contexto e dependem do caso de uso. Alguns dizem que o Conselho é uma medida temporária, enquanto outros já apontam para uma estratégia de longo prazo.

Ainda segundo o Gartner, o recomendado é que a composição do conselho de IA tenha representação de várias áreas e unidades de negócios. Cada empresa precisa determinar a melhor abordagem para dentro de sua organização, garantindo que o conselho não se torne improdutivo devido à incapacidade de se reunir ou de alcançar consenso.

Outra recomendação é de que os membros sejam executivos de nível e experientes, com fortes habilidades em estratégia e execução, especialmente se tiverem ambições de usar inteligência artificial generativa.

O Gartner também identificou que a responsabilidade pela IA está dispersa. Quando questionados sobre quem é responsável pelas iniciativas, apenas um quarto dos respondentes indicou um papel claro: o CIO.

Dos 54% dos executivos que indicaram que suas empresas tinham um responsável por Inteligência Artificial ou um líder de IA, 88% disseram que seu líder de IA não possuía o título de Chief AI Officer (CAIO). A pesquisa indica que a maioria das empresas não vê necessidade de criar um cargo de C-Level para iniciativas de inteligência artificial. O próprio Gartner diz que isso não é necessário.



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