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IA está entre as prioridades de quem busca novas habilidades

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52% das empresas facilitam aos colaboradores a formação para o desenvolvimento de novas habilidades relacionadas à IA



Por Redação em 03/05/2024

Um estudo divulgado pela Workmonitor, com o tema “A visão dos talentos em 2024”, revelou que 45% dos brasileiros já se mostram interessados em desenvolver habilidades relacionadas ao uso de Inteligência Artificial (IA). A formação em IA e tecnologia representa cerca de 60% das principais competências que os profissionais desejam desenvolver. O cenário é positivo, uma vez que, de acordo com a pesquisa, 52% das empresas facilitam aos colaboradores a formação para o desenvolvimento de novas habilidades relacionadas à IA e ao futuro de suas carreiras.

Para Fábio Falcão, CEO da IARIS, startup especializada em aplicações de inteligência artificial, o mercado tinha um déficit enorme de profissionais de TI, e com o advento da inteligência artificial, esse gap ficou ainda maior. 

“Com a IA cada vez mais presente em nossas vidas, é inevitável o surgimento de novos cargos que demandem habilidades específicas e necessárias para operar com a tecnologia. Por isso, é importante que as empresas invistam em educação corporativa, de forma que se possa aliar os conhecimentos adquiridos na educação superior às demandas de mercado, cada vez mais dinâmicas. Um programa de certificação corporativa pode ajudar a qualificar os colaboradores e desenvolver profissionais ainda mais capacitados para lidar com os desafios atuais”, explicou o CEO, em entrevista para o Segs.

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De fato, a IA chegou transformando o meio corporativo. Para acompanhar esse movimento, resta às empresas apostar nesta tecnologia para o desenvolvimento de novas habilidades e a qualificação de profissionais. Ou seja, as organizações precisam manter um olhar atento à educação corporativa para estarem à frente nos negócios.

“Vejo a inteligência artificial, junto à educação corporativa, como um divisor de águas, considerando que com a utilização da tecnologia é possível maximizar o impacto dos programas de treinamento, identificando áreas de melhoria e agindo para reverter os pontos de dor do processo. Desse modo, é possível ter pessoas mais capacitadas, certificadas e integradas à cultura da empresa, além de gerar resultados positivos para os negócios”, apontou Falcão.



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