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Para 80% das empresas brasileiras, fraude de identidade está aumentando

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Dado faz parte de pesquisa global da Docusign e mostra que a percepção do problema no Brasil é maior do que a média mundial



Por Redação em 08/05/2025

O uso de informações privadas em ações criminosas é mais perceptível no Brasil, de acordo com o estudo “O Futuro da Verificação de Identidade Global”, realizado pela Docusign. Segundo o levantamento, o crescimento da chamada fraude de identidade é perceptível para oito em cada dez empresas brasileiras que participaram da pesquisa. A percepção local está, inclusive, acima da média mundial, que é de 69%, conforme reportagem da TI Inside.

Na América Latina, o aumento de fraudes de identidade vem acontecendo em função do crescimento de transações digitais e uso da mobilidade. A falta de conhecimento dos consumidores sobre as melhores práticas de proteção também é um dos fatores que aumentam os problemas.

Outro diferencial do Brasil é a aposta em tecnologia como instrumento para combater fraudes. Enquanto no mundo a tecnologia certa é apontada por 40% dos pesquisados, entre as empresas brasileiras a média é de 59%.

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Combate ao crime e riscos sociais na agenda de segurança

Na avaliação do estudo, os recursos tecnológicos são estratégicos para reduzir as ameaças. Entre as ações em andamento, o levantamento indicou mecanismos de segurança avançados, apontados por 58% dos entrevistados. É o caso das ferramentas de verificação de identidade (IDV) que, embora possam causar atritos na experiência do cliente, são de uso crescente.  

O papel das IDV também foi mensurado e mostra ganhos tanto para as empresas quanto para os clientes. Há indicação de que a economia com fraudes tenha oscilado entre US$ 1 milhão e US$ 8 milhões (nas grandes corporações).

Para os clientes, a satisfação de que usa a IDV é o dobro de quem não é solicitado a usar os mecanismos. E mais: para 63% das empresas, a adoção da tecnologia teve um impacto positivo para a marca.

O estudo mapeou, ainda, o tamanho do prejuízo nas empresas globais, mostrando que, para 20% das maiores corporações, esse tipo de golpe pode causar danos da ordem de até US$ 50 milhões. As métricas mostram também que, nas empresas com mais de 5 mil colaboradores, esse prejuízo pode chegar a US$ 13 milhões.



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