nuvem

Carência de profissionais especializados em nuvem compromete 70% das empresas

< 1 minuto de leitura

Conclusão é de um relatório da IDC, que aponta que a falta de profissionais especializados desacelera a digitalização das empresas



Por Redação em 08/04/2022

A falta de profissionais qualificados para serviços em nuvem é apontada como um problema por 70% dos líderes de TI entrevistados pela International Data Corporation (IDC) para o relatório “How to be a Digital Leader in 2022”. A pesquisa consultou 610 líderes de negócios de TI na América do Norte e na Europa em grandes empresas de diversos segmentos.

O estudo, que foi encomendado pelas empresas de serviços em nuvem Cloudreach e Amazon Web Services (AWS), mostrou que 46% dos consultados acreditam que essa deficiência desacelerou os negócios e 9% consideram que ela trouxe uma crise para a empresa. 

Segundo o relatório, com o avanço das empresas rumo à nuvem, cada vez mais são necessários profissionais qualificados nessa área para manter as operações. Aliás, 34% dos entrevistados afirmaram que a escassez de profissionais reduziu sua capacidade de operar e lançar serviços. Recursos multinuvem, desenvolvimento de sistemas em nuvem e governança em nuvem foram as três principais áreas mais impactadas pela lacuna de habilidades.

Digitalização aumenta a necessidade de profissionais qualificados

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, até 2025 metade da força de trabalho global precisará de requalificação e 97 milhões de novos cargos surgirão devido à digitalização. Com mais vagas do que trabalhadores qualificados, as organizações em nuvem precisam redobrar os esforços para manter as operações. 

Atualmente, segundo os entrevistados na pesquisa citada anteriormente, a escassez de profissionais especializados está afetando a inovação, causando alta rotatividade de funcionários e inflação de salários. Dos líderes consultados, 48% disseram estar engajados na transformação dos negócios por meio da adoção da nuvem e 71% deles consideram as estratégias de cloud como o maior impulsionador da sustentabilidade. Esse último percentual alcança 85% quando questionados sobre 2023.



Matérias relacionadas

Equipe de profissionais em inteligência artificial participando de uma reunião em sala moderna com grande tela exibindo IA Estratégia

Mercado demanda novos profissionais para direcionar uso consciente de IA

Funções voltadas tanto à eficácia quanto aos aspectos éticos e regulatórios implicam cargos com novos perfis e responsabilidades

Profissional de tecnologia analisando dados de inteligência artificial e gráficos digitais, representando o papel estratégico do Chief AI Officer na inovação empresarial. Estratégia

CAIO: o cargo estratégico que vai dominar o topo das empresas até 2030

A liderança em IA ganha status estratégico, e o CAIO surge como o executivo-chave para transformar tecnologia em valor de negócio

Rodolfo Fücher, presidente do conselho da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) Estratégia

Da IA genérica à aplicada: a tecnologia estrutural além do hype

Tecnologias orientadas a atividades reais aprofundam impactos econômicos e direcionam ajustes de investimentos, regulação e estratégias, avalia diretor da ABES

Reunião de negócios com foco em inteligência artificial corporativa, onde profissionais discutem estratégias de implementação de IA nas empresas. Estratégia

Consultorias apontam 2026 como o ano da IA corporativa

De piloto isolado a infraestrutura estratégica, a inteligência artificial passa a orientar decisões, produtividade e novos modelos de negócio nas empresas

    Embratel agora é Claro empresas Saiba mais