Claro HackTown 2025 Foto: HERO Audiovisual por Gustavo Yabu

Claro leva inovações em tecnologia e negócios ao HackTown 2025

3 minutos de leitura

Conectividade, segurança, formação profissional e economia criativa marcaram as sessões na Casa Conectada



Por Redação em 07/08/2025

Realizada pelo terceiro ano consecutivo, a Casa Conectada foi uma das principais atrações no HackTown, um festival de criatividade e inovação realizado em Santa Rita do Sapucaí (MG). Instalado em um dos principais casarões históricos da cidade, o espaço abrigou sessões com especialistas em tecnologias e novos modelos de negócios, reunindo indústria, acadêmicos e empreendedores.

“Trazer a Casa Conectada para mais uma edição do HackTown é uma forma de a Claro reforçar o seu compromisso com o empreendedorismo e o futuro da tecnologia no Brasil, no município mineiro conhecido como ‘Vale da Eletrônica’, referência em educação técnica, inovação e criatividade”, disse Rodrigo Assad, diretor do beOn – o hub de inovação da Claro.

Claro HackTown 2025
Foto: HERO Audiovisual por Gustavo Yabu

A cidade sedia o Inatel, uma referência nacional em desenvolvimento tecnológico. Assad observou que, além da alta qualidade de formação técnica, a escola se caracteriza por incluir em suas grades temas relacionados a mercado, gestão e outras disciplinas que estimulam e preparam os acadêmicos para uma contribuição mais ampla às empresas e à sociedade.

Além da aproximação com o polo de ensino, pesquisa e desenvolvimento, equipes especializadas em employer branding e recrutamento da Claro também estiveram presentes para abordagens, entrevistas e encaminhamento de candidatos a vagas relacionadas aos temas das sessões.

Volta às origens

O painel Inovação em rede: os bastidores da conectividade que move o Brasil trouxe uma leitura atualizada e estratégica sobre o ecossistema de telecomunicações no Brasil, incluindo temas como redes 5G, computação de borda (edge computing), cidades inteligentes, segurança e inclusão digital. 

Da esquerda para a direita: Rodrigo Assad, Alexandre Gomes, André Sarcinelli e Carlos Nazareth (Foto: HERO Audiovisual por Gustavo Yabu)

Com mediação de Rodrigo Assad, a sessão contou com Carlos Nazareth, diretor do Inatel, que compartilhou o palco com dois ex-alunos da instituição: Alexandre Gomes, diretor-executivo da Claro empresas, e André Sarcinelli, CTO da Claro.

Junto aos temas tecnológicos, outro foco foi o papel da inovação aberta, a partir da experiência do beOn na articulação de universidades, startups e outros agentes do ecossistema.

Inovação sem fraquezas

Pela desproporção entre o crescimento dos riscos e a formação de profissionais de defesa, o evento em Santa Rita do Sapucaí foi mais uma oportunidade de mitigar esse déficit. Na sessão Missão: proteger 1 bilhão (com a deep web te observando), os especialistas da Claro empresas José Luiz Marques, gerente de arquitetura e soluções de segurança, e Jonathan Amorim, gerente sênior de cibersegurança e responsável pelo Centro de Operação de Segurança Cibernética da Claro empresas, junto a Ronaldo Vieira, gerente de contas da Fortinet, e Bruno Fagioli, engenheiro de soluções de segurança da Cisco, conduziram uma conversa pragmática com enfoques na segurança digital. Além de aprofundar as inovações tecnológicas a um público de alto conhecimento técnico, os painelistas compartilharam sua experiência e visão do dia a dia das implementações.

Da esquerda para a direita: Jonathan Amorim, José Luiz Marques, Ronaldo Vieira e Bruno Fagioli (Foto: HERO Audiovisual por Gustavo Yabu)

Eles explicaram, por exemplo, como a GenAI atrapalha e ajuda. Ou seja, como ela pode ser usada para moldar ameaças, assim como pode alavancar o trabalho dos analistas de cibersegurança. Junto à conversa sobre problemas e soluções emergentes, as discussões sobre responsabilidade empresarial, comportamento e outros fatores além da tecnologia se mostraram longe de se esgotar.

“Em um cenário em que o arsenal dos hackers cresce de forma exponencial e geram prejuízos na casa dos bilhões, as companhias precisam de um aparato tecnológico robusto para se defender”, constata Marques. “Quem combinar tecnologia de ponta com cultura de segurança contínua não elimina o risco, mas transforma ameaças inevitáveis em incidentes controláveis, possibilitando manter a operação em movimento”, complementa.

Experiências imersivas e conversas que seguem

Fotos: HERO Audiovisual por Gustavo Yabu

A Casa Conectada também ofereceu aos visitantes experiências imersivas com parceiros como AWS, NVIDIA, McAfee, Open Labs e Skeelo. Além das sessões de conteúdo, os participantes acompanharam painéis sobre segurança digital, redes abertas, smart homes, games e inteligência artificial, com discussões sobre os impactos da IA em diversos contextos, da música e cultura pop aos negócios de todos os tamanhos, sempre explorando desafios e aplicações práticas.

Foto: HERO Audiovisual por Gustavo Yabu

Entre os destaques do espaço, esteve o estúdio de podcast montado com tecnologia da NVIDIA e operação da Monking, onde foram gravados conteúdos ao vivo sobre temas como inteligência artificial aplicada à música, automação residencial, cibersegurança e criatividade. Os episódios serão publicados após o evento, ampliando o alcance das conversas iniciadas em Santa Rita do Sapucaí.

Fotos: HERO Audiovisual por Gustavo Yabu

Outro ambiente que chamou atenção foi o jardim de leitura e desconexão promovido pela Skeelo. Nele, os visitantes experimentaram um momento offline, com acesso a livros e conteúdos digitais que utilizam a tecnologia como aliada da cultura, disponíveis para clientes da Claro por meio da plataforma.

Claro HackTown 2025
Foto: HERO Audiovisual por Gustavo Yabu

Já a sala de dinâmica audiovisual gamificada, criada pela McAfee, proporcionou uma experiência lúdica e educativa, com foco em ampliar a conscientização sobre segurança da informação e proteção no ambiente digital — uma abordagem didática e interativa que dialogou diretamente com os desafios atuais da cibersegurança.



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