conectividade aeroportuaria Da esquerda para a direita: Felipe Queiroz, Luciano Lourenço, Rafael Vitale, Carlos Baigorri, Mariana Pescatori e Alexandre Freire (Foto: Jeff D’Avila/ AESCOM ANTT/ Reprodução)

Agências federais se alinham para a conectividade aeroportuária

2 minutos de leitura

Especialistas da ANTT e Anatel se reúnem para definir pauta comum da conexão em portos e aeroportos



Por Redação em 16/05/2024

A pauta de conectividade em portos e aeroportos ganhou mais um incentivo com o recente alinhamento entre as duas agências federais envolvidas no tema. Os especialistas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) participaram do evento Infraconnect justamente para discutir uma agenda comum. O alinhamento é importante para o avanço de várias tecnologias dentro de portos e aeroportos.

De acordo com o Setcesp, o evento colocou em debate temas interligados como infraestrutura, conectividade, desenvolvimento sustentável, gestão dos ativos e panoramas para o futuro entre os setores. O objetivo foi explorar potencialidades para as infraestruturas nacionais de transportes e telecomunicações se integrarem de forma eficiente, sustentável e com segurança.

Entre as inciativas atuais, o diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, citou duas frentes de conectividade integradas em andamento: o Sistema de Livre Passagem (Free Flow) e o Sistema de Pesagem em Movimento de Alta Velocidade (HS-WIM). Ambas estão sendo testadas em caráter experimental a partir dos sandboxes regulatórios estabelecidos pela ANTT.

Leia também:

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Conectividade aeroportuária

conectividade aeroportuaria

Na avaliação do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a lista de soluções para a infraestrutura do futuro nessas duas áreas inclui exemplos como o reconhecimento facial no embarque e sensores, que permitem o monitoramento de escadas rolantes, elevadores e esteiras, entre outras. Boa parte delas já está sendo adotada mundialmente, mas o avanço deve continuar com a maior utilização de recursos de inteligência artificial e big data.

A base de aplicação é a conectividade, ou seja, a presença de redes de telecomunicações e dados.

Para a secretária-executiva do MPor, Mariana Pescatori, presente no evento, a integração em nível federal é importante. “Não adianta pensar de forma desconexa. Nosso grande desafio é pensar de forma integrada. Não há porto sem rodovia, sem ferrovia, sem conectividade”, resumiu.

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