Parceria Editorial
Veja todos os episódios da nova temporada de “Vamos habilitar o próximo novo?”
Processar bilhões de transações por dia exige uma infraestrutura capaz de manter dados e aplicações disponíveis continuamente. Com a expansão da inteligência artificial, esse desafio ganha uma nova camada: as próprias redes passam a incorporar recursos para prever demandas, redistribuir capacidade e reduzir indisponibilidades.
O segundo episódio da websérie “Vamos habilitar o próximo novo?”, da Claro empresas, mostra como essa evolução transforma a infraestrutura de conectividade em uma aliada estratégica dos negócios. O Banco do Brasil é um exemplo desse movimento, ao utilizar uma rede SD-WAN para assegurar o processamento de bilhões de transações digitais diárias.
Da rede física à infraestrutura inteligente
A necessidade de transportar informações de um ponto a outro acompanha a própria história das redes. A transformação ganhou uma nova dimensão após a Segunda Guerra Mundial, quando a resiliência passou a ser considerada um atributo essencial para que as estruturas continuassem operando mesmo diante da perda de partes de sua infraestrutura. Conforme a explicação do cientista chefe da TDS Company, Silvio Meira, a internet foi a primeira a consolidar esse conceito de rede resiliente.

Com a virtualização, esse modelo avançou por meio de tecnologias como Software Defined Networks (SDN) e Software Defined Wide Area Network (SD-WAN), que permitiram o gerenciamento de redes sobre a infraestrutura física. A combinação com cloud, edge computing e inteligência artificial amplia ainda mais esse potencial, em um ecossistema capaz de sustentar novas aplicações e modelos de negócio.
À medida que a IA passa a ocupar espaço nos processos corporativos, atributos como desempenho e disponibilidade deixam de ser diferenciais e se tornam requisitos. Muitas aplicações baseadas em inteligência artificial dependem da movimentação de grandes volumes de dados e de processamento rápido, o que aumenta a necessidade de redes capazes de responder dinamicamente às demandas.
Meira ressaltou que “quanto mais inteligência na rede, maior a capacidade de prever o que vai acontecer e realocar capacidades”. A combinação entre a rede inteligente e a IA tem gerado, segundo a diretora executiva para governo da Claro empresas, Maria Teresa Lima, reduções de custos, incidentes e indisponibilidade, além de uma melhora na experiência do cliente final.

Banco do Brasil avança com SD-WAN
O Banco do Brasil, representado no episódio pela vice-presidente de negócios digitais e tecnologia, Marisa Reghini, utiliza a tecnologia SD-WAN para tornar o tráfego de informações mais seguro e eficiente. Com 16 bilhões de transações processadas diariamente, das quais 96% são realizadas por canais digitais, o banco precisa manter sua rede disponível continuamente, tanto para a plena operação quanto para a experiência do cliente.

A parceria com a Claro empresas para implantação da rede SD-WAN envolve monitoramento 24 horas por dia, sete dias por semana, e gerenciamento capaz de realizar predições com recursos de IA. Na prática, explicou Marisa, a tecnologia permite reduzir o risco de interrupções em operações, como uma transação via Pix, garantindo que as informações percorram, em milissegundos, o caminho entre o aplicativo do cliente, as redes do banco e o data center, até o retorno da resposta ao usuário. Ou seja, a conclusão da operação passa por uma rede inteligente e disponível.
Preparação para o próximo novo
A evolução das redes acompanha uma transformação mais ampla, na qual a IA passa a funcionar como motor de novos modelos de negócio. E, segundo Maria Teresa, “para que esse motor funcione, ele precisa de uma infraestrutura robusta e resiliente”.
Acompanhe na íntegra a nova temporada de “Vamos habilitar o próximo novo?” com especialistas e executivos que mostram como segurança, redes inteligentes e governança vêm habilitando a transformação digital das empresas.
