teste para ia Imagem gerada por Inteligêncial Artificial

Testes para IA complexa são alvo de atenção  

2 minutos de leitura

Avanços como o World ID são soluções do mercado para ajudar a diferenciar humanos e robôs



Por Redação em 19/12/2024

A ideia de que as ferramentas de Inteligência Artificial (IA) sejam como papagaios, repetindo truques e não raciocinando de fato, foi questionada pela jornalista Ivone Santana, do Valor, em coluna sobre o assunto. O questionamento foi feito com testes usando o Gemini, assistente de IA do Google, e a resposta mostrou que a analogia não é simples como parece.

A própria ferramenta indicou que as IAs não têm sentimentos e foram criadas pelo homem como as calculadoras, repetindo raciocínios estabelecidos, mas sem a capacidade de racionar como o ser humano, ou seja, de forma criativa e autônoma. Por outro lado, a mesma reportagem lança um alerta do Financial Times, indicando que a complexidade e sofisticação de várias IAs estariam trazendo problemas para os sistemas de testes atuais, usados para avaliar a capacidade das tecnologias.

IA diferencia ações humanas

Nesse mesmo tema, a OpenAI, criadora do ChatGPT, apresentou no Brasil um sistema que faz uma espécie de prova de humanidade. A ideia é identificar a diferenciação de materiais, mostrando se foram produzidos por humanos ou robôs.

De acordo com o site Startups, o objetivo da iniciativa da OpenAI é ajudar as pessoas a navegar na era da inteligência artificial com mais segurança. O recurso é particularmente interessante em tempos de crescimento de fraudes de identidade e ameaças como deepfakes e scambots. Batizado de World ID, a tecnologia usa centros de captação de informações biométricas, focando em imagens de alta resolução de rostos, com destaque para a íris.

Além de provar que são humanos, os novos profissionais também vão usar testes com a IA para avançar nas carreiras. A capacitação em relação à IA já é apontada por estudos internacionais como o International Barometer, como um desafio. Para os pesquisadores, a IA exige constante atualização e adaptação e vai estar presente cada vez mais no dia a dia, de acordo com o documento citado pelo Valor.



Matérias relacionadas

Servidores em um data center com racks iluminados por luzes vermelhas e arquitetura tecnológica de alta performance. Estratégia

Corrida pela infraestrutura de IA desafia a economia antes dos ganhos de produtividade

Investimentos bilionários em data centers, energia e chips pressionam custos globais e a política monetária, enquanto o Brasil busca espaço na nova cadeia de valor

Pessoa trabalhando em notebook com interface digital de IA em estilo futurista, mostrando o texto “IA Agents”, elementos de busca, anúncios e painéis de análise em vermelho e branco. Estratégia

Tecnologia pode substituir horas de trabalho por eficiência no varejo

Automação de processos e inteligência artificial permitem elevar a produtividade, redistribuir tarefas e preservar a qualidade do atendimento diante da possível redução da jornada e do fim da escala 6×1

ícone de cadeado digital em destaque com circuitos e pontos luminosos em tons de vermelho, simbolizando cibersegurança, proteção e segurança de dados Estratégia

Organizações avançam na cibersegurança de ambientes industriais

Visibilidade sobre parques automatizados, estrutura de defesas e arquiteturas seguras de conectividade trazem amadurecimento da segurança em ambientes que sustentam operações críticas, enquanto amplia consciência sobre os riscos

Mão em primeiro plano segurando um escudo digital em estilo holográfico com ícones de tecnologia, sugerindo proteção e soberania digital. Ao fundo, notebook na mesa. Estratégia

Estudo identifica inovação, governança e autonomia tecnológica como pilares da soberania digital

Publicação do CTS-FGV defende a implementação de um Sistema Nacional de Soberania Digital para reduzir a dependência de plataformas estrangeiras