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Empresas não conseguem detectar violações em dispositivos IoT, aponta Gemalto

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Pesquisa mostrou que 48% das empresas não identificam invasões, embora gastos com proteção tenham aumentado de 11% para 13% entre 2017 e 2018.



Por Redação em 12/02/2019

Principais destaques
– Pesquisa da Gelmato mostra que 48% das empresas entrevistadas não detectam invasões de segurança em IoT;
– Gastos em proteção aumentaram de 11% para 13% entre 2017 e 2018;
– Blockchain pode ser uma solução como ferramenta de segurança para os dispositivos;
– 20 bilhões de dispositivos devem estar conectados até 2023

Uma pesquisa da companhia especializada em segurança digital Gemalto apontou que 48% das empresas ainda não conseguem detectar se seus dispositivos IoT (Internet das Coisas, na sigla em inglês) foram invadidos. O estudo entrevistou 950 tomadores de decisão de TI e negócios em todo o mundo.

A segurança ainda é um dos grandes desafios do setor de Internet das Coisas, que aumenta com o crescente número de dispositivos conectados – espera-se que sejam 20 bilhões em 2023. Por um lado, os consumidores temem a falta de privacidade de seus dispositivos (54%). Por outro, as empresas entendem que segurança é uma grande preocupação de seus clientes (90%) e acreditam que falta regulamentação dos governos para dar diretrizes mais robustas ao setor e esclarecer quem é o responsável por proteger o ambiente.

Blockchain como solução paliativa para segurança de dispositivos IoT

Enquanto essa regulamentação não vem, as empresas investem em blockchain para proteger seus dispositivos. Em 12 meses, a utilização da tecnologia saltou de 9% para 19%.

Além disso, as empresas ouvidas pela pesquisa adotam outros métodos de segurança: 71% criptografam os dados, 66% utilizam proteção por senha e 38% usam autenticação de dois fatores – estes dois últimos os meios mais utilizados pelas companhias. A motivação é clara: o investimento em segurança em IoT é um diferencial competitivo para 97% dos entrevistados.

Leia mais no estudo da Gemalto.



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