soluções de IA

Brasil: maioria dos varejistas ainda não implementou soluções de IA, afirma Linx

2 minutos de leitura

Baixa adoção de IA no setor aponta não só uma barreira, mas também novos potenciais para o avanço da tecnologia



Por Redação em 12/12/2023

O Brasil, novamente, foi alvo de um levantamento sobre a adoção de tecnologias de inteligência artificial (IA) no setor varejista. E o resultado foi surpreendente. De acordo com a Linx, companhia do grupo StoneCo, 84% das empresas do segmento não utilizam IA em seus negócios, o que aponta, também, a necessidade de maior compreensão e investimentos.

De acordo com o noticiado pela Exame, o levantamento da Linx levou em consideração o comportamento de 328 empresas clientes do grupo, cuja principal barreira é a falta de investimentos em tecnologia. 

Em contrapartida, os 16% que já utilizam inteligência artificial no varejo brasileiro relatam que, dentre as motivações, está a possibilidade de aprimorar a operação, promover o gerenciando de forma otimizada, além da facilidade nos processos de vendas e de atendimento ao cliente. Ou seja, apesar de somente uma minoria ter adotado a ferramenta, o grupo acredita que as soluções de IA podem melhorar a estratégia do negócio. 

Soluções de IA para o varejo brasileiro

O levantamento sobre a adoção de tecnologias de inteligência artificial (IA) no setor varejista elencou as funcionalidades mais empregadas pelos empreendedores do segmento, que já fazem uso de soluções de IA. Entre as mais populares estão:

  • soluções para o atendimento ao cliente via chatbots; 
  • otimização na geração de relatórios automáticos;
  • automatização no envio de mensagens.

Apesar de a maioria dos varejistas no Brasil ainda não estar investindo em soluções de IA, são muitas as vantagens que a inteligência artificial pode oferecer ao setor. Entre elas, novas estratégias para melhorar (e agilizar) a experiência do cliente, a otimização das operações e, por consequência, o aumento da lucratividade da empresa. 

O uso de soluções de IA está revolucionando o varejo. De acordo com a Linx, entre aqueles que ainda não adotaram a tecnologia, é comum apontar como fatores decisivos a facilidade de uso e a acessibilidade tecnológica. Para eles, isso seria determinante para influenciar a implementação da inteligência artificial nos negócios varejistas.



Matérias relacionadas

Sessão no Senado Federal em Brasília com parlamentares sentados nas bancadas em plenário, telões ao fundo e pauta legislativa visível no ambiente Estratégia

Senado aprova Redata e envia projeto para sanção presidencial

PL 278/2026 prevê suspensão de tributos federais para equipamentos de data centers e estima renúncia fiscal de R$ 5,2 bi em 2026 e R$ 1 bi ao ano nos dois anos seguintes

Nuvem, com circuitos e painéis holográficos em vermelho, sugerindo multicloud e resiliência Estratégia

Bancos buscam mais autonomia e resiliência na multicloud

Executivos defendem que soberania não significa segregar operações, mas garantir autonomia, portabilidade, transparência e continuidade dos serviços em um ambiente cada vez mais dependente da nuvem e da IA

Palestrantes do evento com Eduarda Davidovic, Carlos Zambroni, Rodrigo Ohira, Gloria Guimarães e Raquel Possamai no palco, diante de plateia e telão com iluminação azul Estratégia

Open Finance entra em fase de ajustes para ganhar confiança e massificação

Cinco anos após o início do compartilhamento estruturado de dados financeiros no Brasil, o foco agora recai sobre padronização, experiência dos usuários, governança do ecossistema e correção de assimetrias

Douglas Silva, diretor-executivo da Accenture, apresenta em palco durante evento corporativo, segurando um dispositivo na mão enquanto fala para o público. Estratégia

Fim dos apps, IA transacional, ativos digitais e segurança são novas prioridades do setor financeiro

Inteligência artificial mais barata e poderosa, LLMs como nova interface bancária, comércio agêntico, tokenização, computação quântica e novas arquiteturas de segurança sinalizam as tendências com potencial de transformar a operação e a experiência dos clientes nos próximos anos