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Roaming IoT é mercado promissor para os próximos anos

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Estimativa é que as conexões de roaming IoT alcancem 1.100 petabytes até 2027, sendo a transferência do 3G para o 4G a principal responsável pelo avanço



Por Redação em 26/08/2022

O mercado de roaming IoT promete ser puxante para as operadoras de telecomunicações nos próximos cinco anos, segundo uma pesquisa da Juniper Research. O relatório avaliou oito regiões mundiais e dezenas de países, incluindo o Brasil, para chegar à conclusão que esse tipo de serviço vai crescer mais de mil e cem por cento entre 2022 e 2027.

Em números absolutos, o relatório prevê que a quantidade de dados gerados por conexões de roaming IoT passará dos atuais 86 petabytes (montante que deve ser confirmado aidna em 2022) para cerca de 1.100 petabytes acumulados até 2027.

Os pesquisadores entenderam que o avanço ocorrerá principalmente com a substituição das redes 3G pelas 4G, em virtude da maior velocidade de conexão. As redes 5G devem ter participação tímida nesse cenário, ficando restritas a aplicações de alto valor e criticidade.

5G será apenas 2% dos dados em roaming IoT

A projeção da Juniper Research é que apenas 2% das conexões de roaming IoT ocorram por 5G até 2027. Isso porque poucos dispositivos terão consumo de energia controlado e alto volume de dados que justifique esse tipo de conectividade. “Apenas casos de uso dependentes de downloads de dados de baixa latência e alta velocidade, como veículos autônomos e fábricas conectadas, justificarão conectividade 5G”, pontua o relatório.

Avaliando por regiões, os EUA devem tomar a dianteira das conexões de roaming IoT, gerando 277 petabytes de dados até 2027. Isto representa 26%, dos 1.100 petabytes previstos para os próximos cinco anos. “As operadoras dos EUA devem adotar o protocolo Billing & Charging Evolution para identificar com precisão o tráfego de IoT com base em tecnologias de rede. Se isso não for feito, haverá risco de vazamento de receita, caso o tráfego lucrativo de roaming IoT 5G seja identificado erroneamente como conectividade de menor valor”, defendeu Scarlett Woodford, autora da pesquisa.



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