IA extrapola campo criativo e habilita o próximo nível de negócios

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Na série de vídeos do programa Meio Digital, o apresentador Pedro Doria mostra como a inteligência artificial interfere nos mais diversos setores da sociedade



Por Redação em 16/12/2024

A Inteligência Artificial (IA) ultrapassou o estágio de inovação futurista para se tornar uma ferramenta indispensável em diversos setores econômicos. De diagnósticos médicos precisos a sistemas corporativos que potencializam a tomada de decisão, a IA representa um divisor de águas na produtividade e competitividade empresarial.

É o que mostrará uma série de vídeos apresentados pelo Meio e produzidos em parceria com a Embratel (agora Claro empresas), com apresentação do jornalista Pedro Doria, que vai explorar como a IA está sendo aplicada em setores como educação, finanças, agricultura e comércio. Além disso, será discutido o que é necessário para que as empresas alcancem o próximo nível de integração tecnológica.

Uma revolução além do ChatGPT

A popularização da IA generativa, impulsionada por ferramentas como o ChatGPT e aplicativos de criação de imagens, despertou um fascínio global. No entanto, os usos mais disruptivos dessa tecnologia vão além do entretenimento ou da criatividade artística. A IA está remodelando indústrias inteiras, especialmente quando combinada com outras tecnologias da 4a Revolução Industrial, como a internet das coisas (IoT) e o Big Data.

“Os ganhos de produtividade que a IA proporciona quando aliada à IoT, à computação móvel e aos dados estruturados, trazem uma vantagem competitiva que há poucos anos nós sequer imaginávamos”, explica Doria durante o vídeo inaugural da série. Essa sinergia permite avanços rápidos e escaláveis, colocando empresas preparadas à frente de seus concorrentes.

Do criativo ao corporativo

IA próximo nível

Muito se fala da IA generativa, que permite criar textos, imagens, músicas e até vídeos a partir de comandos simples, os chamados prompts. Mas há outros tipos de IA igualmente transformadores no mundo corporativo. O aprendizado de máquina, por exemplo, permite que sistemas analisem dados e façam previsões e recomendações que cobrem um “uso amplo, que vai desde recomendações de filmes até diagnósticos médicos cada vez mais precisos e complicados” .

Outros exemplos destacados por Doria são a visão computacional e o processamento de linguagem natural. Segundo ele, esses atuam como os olhos e ouvidos da IA e, portanto, conferem aos aplicativos a capacidade de interagir com os seres humanos para lhe serem úteis. Nesse sentido, os assistentes virtuais e os tradutores automáticos foram ressaltados como exemplos de uso cotidiano.

Como tendência para o mundo corporativo estão os sistemas especialistas que, a partir de uma base de dados alimentada pelo conhecimento humano, operam para solucionar problemas que demandariam diversas autoridades no assunto para resolver. 

Casos reais e desafios éticos

No setor agrícola, a IA já ajuda produtores a prever safras com maior precisão, enquanto, no comércio, personaliza experiências de compra para aumentar a fidelização do cliente. Na saúde, diagnósticos assistidos por IA reduzem as margens de erro em tratamentos críticos.

Apesar das oportunidades, a adoção da IA exige uma abordagem estratégica e ética para garantir a segurança, principalmente em relação aos dados sensíveis. Por isso, Doria avalia que a transparência, proteção de dados e cuidado com vieses são essenciais para o processo.

Rumo ao próximo nível

Para empresas que desejam aplicar a ferramenta tecnológica em seu ecossistema, a integração de tecnologias como a computação em nuvem e o gerenciamento de dados estruturados é um passo fundamental. Essa infraestrutura não apenas garante escalabilidade, mas também viabiliza a implementação de soluções avançadas de IA de maneira eficiente e segura.

Com uma abordagem proativa e planejada, empresas podem transformar a IA em um diferencial estratégico, que fortalece sua posição no mercado, antecipa tendências e habilita o próximo nível do negócio. 



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