business composability

CIOs mostram que o business composability tornará as empresas líderes, segundo Gartner

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Entenda o conceito e saiba como o business composability pode ser aplicado em companhias de vários segmentos



Por Redação em 10/03/2022

O Gartner ouviu 2.387 executivos de tecnologia (CIOs) em 85 países para identificar quais prioridades de liderança, organização e tecnologia eles deveriam tomar a partir de 2022 e identificou que o business composability, ou composição de negócios, na tradução literal, domina as expectativas. Esse conceito envolve a aplicação de modularidade para qualquer ativo de negócios, pessoas, processos, tecnologias e até ativos físicos, de modo que os líderes possam recompô-los com facilidade e segurança em casos de interrupção.

O processo está intimamente ligado à aplicação e desenvolvimento tecnológico, uma vez que a “disrupção é o novo normal”, como classificou Monika Sinhá, vice-presidente de pesquisas do Gartner. “As organizações que se apegam a essa realidade e alavancam a capacidade de inovação, tecnologia e alcance para entregar a escala e o ritmo necessários para atingir os seus objetivos irão superar os concorrentes e se tornar líderes em seus mercados”, afirmou.

Como aplicar o business composability

business composability

Segundo Mônica, o business composability não é um conceito novo e, na verdade, a maioria das empresas já segue alguns dos seus princípios. No entanto, a intensidade com que se aplica é que fará a diferença, na visão do Gartner, já que isso está diretamente ligado ao desempenho operacional.

Não por menos, os CIOs assumem cada vez mais relevância no sucesso das companhias, de acordo com suas capacidades de fazer as novidades tecnológicas serem aplicadas. “E não basta simplesmente adicionar novas tecnologias, na tentativa de criar negócios. As mudanças devem ser estratégicas e dimensionadas para toda a organização. Modelos operacionais desatualizados focam na eficiência e assumem uma postura ordenada, mas isso se reflete em ambiente de negócios com mudanças lentas e relativamente previsíveis”, disse Mônica. Em seu estudo, o Gartner destaca que poucas empresas (13% das avaliadas) são realmente boas em business composability, sugerindo que há espaço para as que decidirem avançar no conceito. Para isso, a consultoria lista fases a serem cumpridas, assim como demonstra um modelo de plano de ação.



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