Sua infraestrutura de TI está pronta para a inovação?

Sua infraestrutura de TI está pronta para a Indústria 4.0?

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Pesquisa destaca que líderes de TI acreditam que atual infraestrutura de TI não vai suportar a demanda de novos usuários, aplicativos e dados.



Por Redação em 30/09/2020

Pesquisa destaca que líderes de TI acreditam que atual infraestrutura de TI não vai suportar a demanda de novos usuários, aplicativos e dados. 

Coisas inteligentes, aplicativos e serviços digitais vão impulsionar o futuro dos negócios devido à grande quantidade de dados que serão gerados. Porém, todas eles vão exigir uma infraestrutura de TI robusta, capaz de suportar toda a demanda e manter a disponibilidade dessas soluções. 

Para muitos tomadores de decisão de TI, a jornada para a Indústria 4.0 tem se tornado desafiadora e as atuais infraestruturas de TI não estão preparadas para um cenário de aumento constante de usuários, de volume de dados e de requisitos de desempenho dos aplicativos. 

Esse consenso foi destaque no relatório “Global Trend Report: How the 4th Industrial Revolution is Changing IT, Business and the World”, conduzido pela Lumen Technologies, companhia de TI focada em soluções para a indústria. 

A pesquisa entrevistou mais de 2 mil tomadores de decisão e executivos de nível C de organizações de grande e médio porte de vários países, entre eles, o Brasil. 

Embora as pessoas entrevistadas acreditem que as empresas não estejam totalmente prontas para a Indústria 4.0, ela ainda é uma oportunidade de criar vantagem competitiva a partir de alguns casos de uso, como: 

  • Análise preditiva. 
  • Fábricas inteligentes. 
  • Telemedicina. 
  • Autoatendimento para clientes de varejo. 

Porém, o uso de soluções, que vão coletar e armazenar dados, vai exigir computação – seja ela na nuvem, na borda (Edge Computing) ou local. Assim como vai demandar conectividade, que terá papel fundamental no tempo de resposta dessas aplicações. 

Por que a infraestrutura de TI vai fazer a diferença na Indústria 4.0?

Assim como o vapor, a eletricidade e os chips de silício impulsionaram as revoluções passadas, os dados serão o principal motor da Indústria 4.0. A partir do uso de aplicativos, as empresas vão poder coletar dados de clientes em tempo real, bem como armazenar os mais relevantes. 

Isso é algo em evidência para os entrevistados pela Lumen: 94% dos participantes do Brasil concordaram que a capacidade de uma empresa em adquirir, analisar e tomar uma decisão baseada em dados será fator-chave para definir uma empresa líder em tecnologia no futuro. 

Vale destacar que o domínio no uso de dados deve ser considerado em todas as indústrias. Do robô operando no chão de fábrica de uma montadora ao uso de vestíveis, telemedicina e análise preditiva no setor da saúde. 

Hoje, empresas de todos os setores podem se moldar para desenvolver ou adaptar processos orientados a dados. Apesar disso, como citamos no tópico anterior, a conectividade fará toda a diferença nessa jornada de inovação. 

Isso porque, como apontam 52% dos entrevistados brasileiros, a infraestrutura de TI não está preparada para o volume de dados e para a performance necessária da próxima geração de aplicativos. 

Além disso, a maioria dos tomadores de decisão brasileiros acredita que um modelo centralizado de nuvem não é o ideal para suportar as demandas de aplicativos (82%) e de workloads (79%). 

O que nos leva ao quesito conectividade: 94% dos respondentes brasileiros afirmam que a tecnologia de fibra óptica é a melhor escolha para conectar e gerenciar com segurança os aplicativos e dados distribuídos. 

Em nível global, nove em cada dez líderes dizem que a infraestrutura de fibra é essencial para se conectar a uma rede de nuvem distribuída. 

Modernizando a infraestrutura para a inovação

Inovar e acompanhar as mudanças da Indústria 4.0 vai demandar a modernização da infraestrutura de TI para fornecer e orquestrar aplicativos e dados distribuídos com segurança. Para as empresas, é a oportunidade de alcançar um nível ideal de proficiência em conectividade e eficácia computacional, maximizando o valor que produtos e serviços trazem para o negócio. 

Sem contar que aplicações requerem cada vez mais desempenho de rede de alta largura de banda e baixa latência. Ao mover aplicativos, cargas de trabalho e dados críticos para mais perto de onde eles são processados (no caso, dispositivos) as empresas podem se diferenciar e obter uma vantagem competitiva ao redefinir as experiências de seus clientes. 

Essa dinâmica também vai fomentar uma nova cultura nas organizações: a de segurança em primeiro lugar, tema bem recorrente aqui no Mundo + Tech. 

O cenário de ameaças globais está constantemente se adaptando, evoluindo e crescendo. Tanto que 92% dos tomadores de decisões de TI globais disseram que a segurança de aplicativos e dados é sua principal preocupação de TI. No Brasil, 97% concordaram com isso. 

Os entrevistados acreditam também que abordagens tradicionais de segurança baseadas em perímetro se tornam mais e mais obsoletas (81% a média global e 74% no Brasil), uma vez que os ambientes de TI estão mais complexos com o uso de aplicativos e tecnologias emergentes. 

Nesse cenário, além da influência da COVID-19 para a segurança crítica dos dados e da conectividade, a modernização da infraestrutura de TI terá sucesso com a adoção de tecnologias que vão dar suporte na identificação e mitigação de eventos e incidentes. 

Principais destaques desta matéria

  • Infraestrutura de TI atual não está pronta para o grande volume de dados, aponta pesquisa. 
  • Para entrevistados, desenvolver uma cultura orientada a dados se torna vantagem competitiva. 
  • Assim como ter uma conectividade que permita o gerenciamento seguro de aplicativos distribuídos em nuvem. 


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