reconhecimento facial e biometria

Reconhecimento facial e biometria vão movimentar US$ 1,2 trilhão em 2027

< 1 minuto de leitura

Segundo Juniper Research, a autenticação de pagamentos por biometria e reconhecimento facial crescerá 365% em cinco anos



Por Redação em 15/06/2022

Pagamentos móveis remotos autenticados por biometria e tecnologias de reconhecimento facial devem alcançar US$ 1,2 trilhão globalmente até 2027, passando de US$ 332 bilhões ainda em 2022. Além disso, o volume de transações deve crescer 383% nos próximos cinco anos, alcançando 39,5 bilhões de operações em 2027.

Essa é a conclusão de um recente estudo divulgado pela Juniper Research, que estima que o crescimento (de 365%) está sendo impulsionado por recentes mudanças regulatórias, com a introdução de SCA (Strong Customer Authentication). 

Fabricantes devem aprimorar sistemas biométricos

reconhecimento facial e biometria

O estudo destaca que a pandemia acelerou o uso de pagamentos digitais e os smartphones passaram a ser um dos principais instrumentos para isso. No entanto, boa parte dos dispositivos ainda conta com sistemas de proteção baseados em PIN ou senha, embora muitos possuam sistemas de autenticação por impressão digital, considerada mais segura. 

A empresa estima que 99,6% dos smartphones já possuem recursos de reconhecimento facial e 91,5% deles contam com scanners de impressão digital. No entanto, o levantamento aponta que os fabricantes devem aprimorar os sistemas biométricos integrados nos dispositivos, seja para estimular o uso, seja para garantir que a segurança seja mantida à medida que novas ameaças surgem. Vale lembrar que a autenticação biométrica nos celulares é realizada principalmente pelo reconhecimento facial ou de impressão digital.

A Juniper Research acredita que haverá um período de transição nos próximos três a cinco anos, no qual as senhas começam a ser eliminadas em favor da biometria e soluções de autenticação, dando tempo para que a confiança do consumidor na biometria aumente ainda mais.



Matérias relacionadas

Cérebro digital representando os riscos associados à inteligência artificial, com elementos gráficos de alerta e análise de dados Estratégia

IA supera ciberataques e passa a liderar ranking de riscos para os negócios no Brasil

Allianz Risk Barometer 2026 mostra que a IA, associada sobretudo à eficiência, passou a ser vista como um vetor de exposição a riscos operacionais, legais e reputacionais

Um profissional usando um smartphone, com elementos gráficos relacionados à inteligência artificial Estratégia

IDC: aumento das cargas de IA e escassez de memórias marcam cenário de TIC em 2026

Previsões da consultoria mostram a inteligência artificial pressionando data centers, nuvem, telecomunicações, segurança e dispositivos, em um cenário de encarecimento do hardware, redes inteligentes e novos modelos operacionais

Homem negro usando headset de realidade virtual em casa, imerso em jogos virtuais focados em cibersegurança e segurança em games. Estratégia

Cibersegurança em games expõe riscos digitais que desafiam empresas e plataformas online

O que acontece nos jogos online antecipa ameaças que já atingem o ambiente corporativo

Reunião de equipe trabalhando com notebooks para implementar governança de IA e criar regras de uso responsável Estratégia

Governança de IA ganha força e impulsiona empresas a criar regras para uso responsável

De regulação global a políticas internas, empresas passam a estruturar controles sobre algoritmos e decisões automatizadas

    Embratel agora é Claro empresas Saiba mais