GenAI

“IA generativa só existe quando há dados”

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Afirmação é de Rodrigo Duclos, diretor da Claro, que defende a inovação aberta



Por Redação em 03/02/2025

Parceria Editorial imagem parceria editorial

A inteligência artificial generativa (GenAI) veio para consolidar a IA dentro das corporações e dissipar a visão da tecnologia como apenas mais um hype. Porém, para desbloquear o potencial embutido, as empresas precisam ir atrás de dados, estruturados ou não. A avaliação é de Rodrigo Duclos, diretor de Inovação e Digital da Claro.

Em depoimento para o jornal Valor, em conteúdo produzido em parceria com a Embratel (baixe o e-book aqui), o executivo destacou que a GenAI será tão boa quanto os dados que ela utiliza. Ele enfatizou ainda que as corporações precisam entender que não se trata apenas de um trabalho técnico, é necessário tornar-se uma companhia data driven.

Segundo Duclos, todo mundo pilotou a GenAI, mas poucos escalaram o uso da ferramenta. O roteiro para essa jornada começa com a busca de dados, especialmente os que não estão estruturados. Falando de outra forma: as empresas têm que saber mais sobre os serviços prestados e sobre a relação com os clientes. Em suma, elas têm que rever a base de conhecimento sobre a qual se apoiam.

Inovação aberta para a GenAI

Um dos formatos apontados pelo executivo é a inovação aberta, tema ao qual a área de telecomunicações é bastante aderente. Isso significa que há espaço para colaboração com os vários componentes do ecossistema, incluindo startups e parceiros de tecnologia, como os fornecedores. Além, é claro, dos clientes corporativos das duas empresas.

Para facilitar a jornada de várias corporações, foi criado o beOn, o hub de inovação da Claro e da Embratel. A ideia é desenvolver várias propostas que vão além da conectividade e fomentem novas formas de pensar a inovação. As parcerias favorecem a criação de soluções que envolvem segurança, cloud, redes e também IA.

A ideia é que o beOn possa se transformar numa grande plataforma de lançamentos de negócios, com base nos ativos da Claro e da Embratel. Ter um grande expertise em software e deter milhões de clientes são dois dos ingredientes citados por Duclos, que favorecem a plataforma e a inovação aberta.



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