Especialista defende ‘Cloud First’ diante da digitalização dos negócios

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Segundo episódio da terceira temporada da websérie da Embratel (agora Claro empresas), com Silvio Meira, debate o papel da migração das empresas para a nuvem



Por Redação em 27/06/2024

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Em meio à transformação digital no mundo dos negócios, a nuvem passa a desenvolver um papel crítico, ao ponto de ser indispensável para a performance, inovação, crescimento e sobrevivência das organizações. A avaliação é do cientista-chefe da TDS Company, Silvio Meira, que acredita, ainda, que a “nuvem vai ser cada vez mais essencial em todos os mercados, para todos os negócios, de todos os tamanhos”. O especialista apresenta a terceira temporada da websérie “Vamos habilitar o Próximo Nível?”, produzida pela Embratel (agora Claro empresas) em parceria com o jornal Valor Econômico.

Neste segundo episódio, que trata da nuvem, a diretora de serviços cloud B2B da Embratel, Diuliana França, explora o caráter habilitador da solução no contexto de transformação digital dos negócios, com a afirmação “Cloud First, porque o mundo hoje é Digital First”. A diretora enxerga a nuvem como uma inovação contínua que tem a capacidade de criar, melhorar e revolucionar os negócios.

Nesse sentido, a afirmação de Silvio Meira de que a nuvem habilita o próximo nível de sofisticação tecnológica das empresas, entra em consonância com a fala do vice-presidente de serviços aos negócios e tecnologia da Raízen, Fábio Mota. O executivo posiciona a importância de ir para a nuvem como muito relevante para a empresa, do ponto de vista operacional, estratégico, de projeções futuras e de valor.

“O que é positivo, dentro dessa jornada, é que a tecnologia permitiu, ao invés de a gente ter uma conversa puramente financeira, ter uma conversa sobre alavancas de valor, daquilo que essa tecnologia poderia destravar de oportunidades. É difícil imaginar que vamos conseguir promover essa transformação sem entregar uma oferta diferente”, pontuou.

IA na nuvem

Outro ponto favorável às empresas diz respeito à acessibilidade e à possibilidade de adequação ao cenário econômico que a organização dispõe. O insight é do especialista em negócios digitais, empreendedor e autor, Chris Anderson, que aborda a IA na nuvem. 

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“O melhor de ter IA na nuvem é que todo mundo tem acesso a ela. Pode-se rodar IA mais rapidamente na nuvem ou um pouco mais lentamente localmente. Ambos são possíveis, a questão é o que faz mais sentido economicamente ”, completou o escritor do best seller “A Cauda Longa”.

Do ponto de vista estratégico, Mota considera o uso da nuvem como importante não só em relação ao que a empresa constrói, mas, também, ao que deixa pronto diante de uma necessidade que está por vir. Isso implica na rapidez de resposta interna e externa, o que pode levar a melhores resultados.

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“O uso da nuvem traz uma possibilidade de reagir muito mais rápido, mas também permite que você comece a experimentar. Quanto mais variedade o usuário experimentar, maior a chance de encontrar alguma coisa. Não necessariamente é preciso ter a melhor de todas, mas chegar primeiro é importante. A nuvem ajuda muito nisso, muda o jogo”, declarou Mota.

Por fim, Diuliana julga que “contar com parceiros que apoiem nesse processo, que tenham a maturidade necessária e a experiência, é fundamental para garantir o sucesso e a governança”. Nesse sentido, Mota relata que a Embratel deixou de ser um parceiro que conversa só com o time de Telecom. “Hoje, ela conversa com as várias áreas: de Sistemas, Soluções, Digital e Dados. Porque, junto com a gente, ela vem participando de uma série de discussões, concorrências, construções e nos ajudando em uma série de frentes”.



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