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Profissionais usam IA no trabalho, mas de forma discreta

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Microsoft e LinkedIn realizaram de forma conjunta o estudo que revela que colaboradores usam inteligência artificial, mas com receio de parecerem substituíveis



Por Redação em 04/06/2024

O atual momento tecnológico é um paradoxo para funcionários e colaboradores em todo o mundo. De acordo com uma pesquisa realizada pela Microsoft e pelo LinkedIn, enquanto a alta gestão das empresas fala em inteligência artificial generativa (GenAI) e sua conduta transformadora, funcionários e colaboradores revelaram que têm medo de admitir o uso de IA no trabalho.

Pelo menos 52% dos entrevistados revelaram que usam inteligência artificial em suas atividades profissionais, mas são relutantes em demonstrar que contam com o apoio da tecnologia em tarefas consideradas importantes. A justificativa é o fato de “parecer substituível”, ou facilmente ter sua função substituída pela inteligência artificial.

Por outro lado, a IA vem sendo fortemente apontada como uma solução capaz de aumentar a produtividade das empresas, permitindo que colaboradores tenham mais tempo para focar em tarefas complexas e estratégicas, o que a IA ainda não aprendeu a fazer.

Uso de IA no trabalho

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Segundo noticiado pela Forbes, mais de 75% dos colaboradores estudados revelaram que usam IA no trabalho. Destes, 46% apontaram o uso há mais de seis meses. Contudo, ainda há a preocupação de ter sua função substituída por máquinas, justamente pelo poder da IA de automatizar tarefas manuais.

Apesar disso, um dado apontado pelo estudo surpreendeu. O fenômeno que a Microsoft chama de “BYOAI” (“Bring Your Own Artificial Intelligence”), que significa “trazer sua própria inteligência artificial”, tem um índice elevado no estudo. Mais de 75% dos entrevistados declararam que usam suas próprias ferramentas de IA ao invés das disponibilizadas pelas empresas.

O relatório, que é divulgado anualmente, contou com a participação de 31 mil profissionais de diversos lugares do mundo. A metodologia usou dados de trabalho e contratação do LinkedIn e fez o cruzamento com os dados apresentados pela Microsoft sobre seus clientes que usam o software.



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