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A inteligência artificial deixou de ser experimental e passou a ocupar o centro das estratégias digitais das empresas, pressionando infraestruturas que não foram pensadas para esse tipo de carga
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Grande parte das nuvens corporativas foi projetada para aplicações tradicionais, o que cria limitações técnicas para suportar cargas intensivas de dados, automação e modelos de IA
Foto: Frrepik
Segundo a IDC, esse cenário exige a reestruturação dos ambientes de cloud, com arquiteturas mais flexíveis, escaláveis e preparadas para novas demandas computacionais
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Nesse processo, modelos híbridos ganham espaço ao combinar nuvem pública, privada e edge computing, aproximando o processamento da origem dos dados e reduzindo latência
Redesenhar a nuvem vai além da infraestrutura: envolve governança, custos, segurança e a capacitação de equipes para operar ambientes mais complexos e distribuídos
Foto: Freepik/ Modificada com IA