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O avanço de golpes cada vez mais sofisticados coloca as companhias diante do desafio de reforçar a segurança sem comprometer o ritmo dos negócios
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Golpes simples ficaram para trás e deram lugar a ataques complexos, que combinam engenharia social, manipulação de dispositivos e exploração de vulnerabilidades digitais
Entre os exemplos estão o Ghost NFC, que permite o roubo remoto de dados ao induzir a vítima a aproximar o cartão do celular, e fraudes em SaaS baseadas na reutilização de cookies de sessão vendidos na dark web
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O avanço desses ataques cria um dilema operacional: reforçar a segurança pode impactar deploys e a velocidade de operação, afetando a agilidade das empresas
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O impacto é significativo: 51% dos consumidores afirmam já ter sofrido fraudes, e 86% responsabilizam as empresas pelos ataques, ampliando a pressão por respostas mais eficazes
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