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O que torna uma nuvem soberana? Localização física dos dados, autonomia das operações e controle das chaves de criptografia estão entre os pilares que garantem maior controle sobre a infraestrutura
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A soberania também é uma estratégia de negócio. Além de proteger dados contra regulações extraterritoriais, a nuvem soberana pode favorecer compliance, estabilidade, eficiência operacional e agilidade
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Provedores globais adotam infraestruturas segregadas ou parcerias com operadores locais para atender aos requisitos de soberania sem abrir mão do acesso à inovação global
A soberania digital se sustenta em previsibilidade, segurança contratual, ética/legislação e contextualização de usos para otimizar serviços
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O Brasil tem ativos para avançar. Competências profissionais e iniciativas como o ReData podem fortalecer a infraestrutura local, enquanto experiências como o Pix mostram a capacidade brasileira de operar ecossistemas digitais em grande escala
Foto: PX Media/ Shutterstock/ Modificada com IA